O que mais Gisela sabia agora? Que adorava senti-lo dentro dela (esse outro que não era M). Isso era a alegria. E ela fugira. Fugira para saber que ele, dentro dela era para sempre. M estava morto. Morto dentro dela. De seu coração. Agora, ganhara o mundo. Arrumava malas. E o carregava dentro de si. E viver custava-lhe menos que o pensamento, como no poeta que amava.
Mostrando postagens com marcador a falta dele também dói. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador a falta dele também dói. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 20 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Alice não sabia de si. Nunca mais saberia de si. Alice não existia, apenas vivia um dia atrás do outro. Alice era água limpa de cuia que queria lavar um passado qualquer, longíquo, inesquecível, ferino, mas também feliz.
Alice não era. Mas, pulsava, pulsava, pulsava. E só.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Alice não compreendia o amor. Alice não compreendia como uma pessoa entra na vida de outra, mexe, embaralha, muda as coisas de lugar e, depois, vai-se embora muito tranquilamente como se não tivesse feito nada.
Alice nunca, nunca deixaria ninguém vir bagunçar a sua vida. Nunca abriria mão de seus planos, nunca se jogaria nos abismos em que Esther e Gisela sempre se jogaram. Ela não.
Assinar:
Comentários (Atom)