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domingo, 4 de setembro de 2011
E de repente Esther viu um nova possibilidade. Havia vida naquela conversa toda. Vida pulsando. Vontade de outra chance. Os olhares se cruzavam entre histórias engraçadas. Esther permitiria? O vento soprara por diversas vezes. Um sinal? Em sua cabeça, na volta para casa, dois papéis...Agora ela sabia muito mais. Não podia deixar de pensar naquela que por instantes tantos arrancara-lhe risos e metera-lhe na cabeça uma interrogação...
terça-feira, 10 de maio de 2011
Alice não sabia de si. Nunca mais saberia de si. Alice não existia, apenas vivia um dia atrás do outro. Alice era água limpa de cuia que queria lavar um passado qualquer, longíquo, inesquecível, ferino, mas também feliz.
Alice não era. Mas, pulsava, pulsava, pulsava. E só.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Enquanto Esther se voltava completamente a não esquecer-se de Janaína e, dessa forma, reviver todas as angústias do passado, inclusive dores que ainda não elaborara e enquanto Alice se esforçava para não amar, Gisela ria dentro dela. Descobria seu corpo, suas vontades e, ao se permitir, descobria coisas bonitas. Gisela estava sendo. Essa era a graça: Ser. Gisela era. Tinha sido há muito tempo e, agora, sentia como era especial dividir, compartilhar tudo isso consigo mesma e com o outro. Ser simples era a maior complexidade. E ela atingia essa complexidade. Atingia sentir o vento em sua cara, em sua alma, em sua vida. E, por tudo isso, ria.
sábado, 23 de abril de 2011
Gisela sangrava. Doía, doía, doía. Levou a mão até o peito e depois olhou os dedos para ver se havia sangue. Não havia. O toque entre os dedos lembrou-lhe carícias antigas e, depois, a solidão. Gastou tempo infindo com o gesto nas mãos e na cara, uma expressão vazia. Passadas duas horas, Gisela foi para o quarto e deitou-se feito moribunda. Cruzou as mãos por sobre o peito e pensou: E se?
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